Pesquisas da KPMG e do Google trazem insights sobre a percepção de CEOs, executivos e consumidores a respeito da agenda ESG e o papel das empresas diante dos desafios socioambientais
As perspectivas econômicas para o futuro próximo não são nada animadoras. As últimas projeções do Fundo Monetário Internacional apontam uma queda significativa do crescimento da economia mundial.
Essa piora também é esperada no setor corporativo. Em um estudo global feito pela KPMG com 1.325 executivos de 11 mercados, 86% dos entrevistados disseram concordar que devemos enfrentar uma recessão econômica nos próximos 12 meses. Além disso, na visão de cerca 3/4 dos entrevistados, essa recessão deve impactar o crescimento de suas organizações nos próximos três anos.
De acordo com o levantamento da KPMG, os problemas na economia não devem se traduzir em uma redução da preocupação com a agenda ESG.
Essa percepção pode estar relacionada ao fato de que os executivos estão cientes da exigência cada vez maior dos stakeholders em relação ao tema.
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Essa crescente preocupação com a agenda ESG também é uma realidade no Brasil.
Uma pesquisa realizada pelo Google em parceria com a MindMiners e o Sistema B mostra que ainda que não seja amplamente conhecida pela população, cada vez mais, os propósitos e valores por trás da sigla guiam as decisões de compras dos brasileiros.
Outro dado interessante é que quase metade dos brasileiros (47%) não associa a agenda ESG a marcas específicas. Por outro lado, muitas pessoas incorporam os pilares ESG ao seu próprio dia a dia – mesmo que sem relacionar a atitude à sigla. Estes são alguns dados que apoiam essa constatação:
Quando questionados sobre de quem é a responsabilidade de cuidar do planeta, 54% dos participantes afirmam que acreditam que as pessoas podem fazer diferença por meio de ações individuais. Contudo, para uma boa parte dos entrevistados essa é uma responsabilidade do governo (50%) e das empresas (44%).
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Essas duas pesquisas reforçam a importância de empresas assumirem sua responsabilidade com relação a questões ambientais e sociais e a serem mais consistentes e transparentes em suas práticas de governança.
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